Teria sido Sócrates o primeiro Coach?


Parece clara a importância do modelo socrático de gestão na atualidade. Na contemporaneidade, faz-se imprescindível a presença de um líder que aja segundo as duas máximas socráticas.
1. “Só sei que nada sei”, ou seja, afirmar que, apesar de todo o conhecimento e experiência acumulados, é fundamental estar aberto para inovações e para o diálogo com os liderados. 2. Praticar a maiêutica, ou seja, ser um verdadeiro “parteiro de ideias”, possibilitando que cada um traga à tona seus próprios conceitos. Desse modo, torna-se imprescindível para o líder socrático praticar ações meritórias, dar exemplo e fomentar o desenvolvimento de ideias, habilidades e competências de acordo com as possibilidades de cada funcionário. De fato, parece plausível constatar como muito daquilo que na atualidade vem sendo chamado de coaching pode encontrar suas raízes filosóficas na experiência de liderança socrática. Farah (2004) aponta que a liderança é um fator crítico em relação à cultura corporativa, uma vez que os lideres podem criar, manter e modificar a cultura organizacional. Se a cultura não vai bem, basta analisar a liderança.

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